1 de março de 2005

0030/1001

As memórias, certamente não comparáveis às de outros, do Arcádia e d'A Brasileira.

2 comentários:

motário da suzuki disse...

...E já agora o Mandarim, o Internacional e a casa Expresso (rua da Sofia), todos vítimas de uma praga que actua em dueto: o fast food e a roupa "de marca". Como dizia alguém, "a categoria das cidades conhece-se pelos seus cafés e livrarias", parece-me que foi o António Pinto Ribeiro que disse isto, mas não juro.

antónio t lopes disse...

a brasileira para mim é o fernandes martins a perorar, os poetas anónimos a escrever em caderninhos (não havia blogs, na altura) e (desculpem lembrar esta...) uma casa de banho indizível. de livrarias não me queixo (mas merecia uma entrada esquerda, não?), mais que me chegam a dr. kartoon, a isabel e o luís do giralivro, a lizete e o monteiro dos arcos, a felicidade da bertrand da baixa, as almedinas e a amazon.